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Ciência

Ela morreu em 1951. As células dela continuam vivas, ajudaram a fazer a vacina da pólio, e ninguém pediu permissão

Henrietta Lacks era uma lavradora de tabaco de 31 anos quando um médico da Johns Hopkins tirou um pedaço do tumor dela sem avisar. Nasceu ali a HeLa, a primeira linhagem celular imortal. A família só soube 24 anos depois — e só em 2013 ganhou voz sobre o genoma que estava na internet.

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