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Ciência

O "efeito Mozart" saiu de um estudo de uma página com 36 universitários. Cinco anos depois, um governador distribuía CDs a recém-nascidos

Em 1993, a Nature publicou que dez minutos de uma sonata de Mozart melhoravam temporariamente uma tarefa de raciocínio espacial. A imprensa leu "Mozart deixa mais inteligente". A meta-análise que reuniu tudo encontrou 1,4 ponto de QI — e uma explicação que não tinha nada a ver com Mozart.

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